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 O PROFETA DANIEL NOS MOSTRA O QUE ACONTECER

COM A CIVILIZAO DA HIENA 

      

                     por Wilson Mello Franco

 

 Ningum entende mais de Nostradamus;poucos entendem tanto de profetas e profecias

         

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Profeta Daniel esculpido

pelo imortal Aleijadinho

 

     Nabucodonosor, rei de Babilnia, certa vez teve um sonho, no qual via uma gigantesca esttua. Era maravilhosa: tinha cabea feita de fino ouro, peito e braos de prata, o ventre os quadris de bronze, as pernas de ferro, mas os ps eram em parte de ferro e em parte de barro. Enquanto Nabucodonosor a admirava, uma pedra foi cortada sem o auxlio de mos humanas, e feriu a esttua justamente no seu ponto mais fraco os ps! e ela se esmiuou, veio um forte vento e a varreu. A pedra, porm, se tornou uma grande montanha e encheu a terra inteira.

Nabucodonosor ficou sobremaneira perturbado com esse sonho. Mandou matar os sbios da Babilnia que no conseguiram interpret-lo (prudentemente ele no contou o sonho, para que se tivesse certeza que a interpretao dada seria a correta). O jovem cativo de Jud, Daniel, depois de narrar o sonho do rei, deu-lhe a interpretao: Deus fez saber ao rei o que h de ser nos ltimos dias. A seguir, Daniel revela logo depois que todo este sistema de coisas, esse mundo baseado na lei do mais forte, ser derrocado e sobre ele Deus suscitar um reino que jamais passar.

           

                                 

    Todos os caminhos levam a Washington

             

 

            EMILY EAKIN -     The New York Times

   

 

Os americanos esto acostumados a ouvir - tipicamente da boca de estrangeiros ressentidos - que so imperialistas. Mas, ultimamente, alguns eminentes pensadores americanos esto abraando essa ideia. Mais espantoso ainda que eles esto usando essa palavra - imprio - com aprovao. Desde a direita isolacionista at a esquerda habituada a vergastar os imperialistas, um nmero crescente de especialistas est entoando odes impressionantes ao Imprio Americano.  . . .

 

            Em janeiro, Charles H. Fairbanks, especialista em poltica externa da Universidade John Hopkins, disse, por ocasio de uma conferncia pblica na universidade estadual, que a Amrica "um imprio em formao". No ms passado, um professor da Universidade de Yale, Paul Kennedy - que h dez anos previu a runa da Amrica em consequncia do excessivo alcance imperial dos Estados Unidos -, foi mais longe ainda.

 

 

     "Jamais existiu algo como esta disparidade de poder", escreveu Kennedy no Financial Times de Londres. "A Pax Britannica foi administrada de maneira barata. O Exrcito britnico era muito menor do que os Exrcitos europeus e at mesmo a Marinha Real britnica tinha apenas o tamanho das duas maiores Marinhas seguintes - neste momento, todas as outras Marinhas do mundo juntas no poderiam neutralizar a supremacia martima americana.  . . .

Os classicistas podero ironizar essa ideia de que a Amrica democrtica tem muito em comum com a Roma tirnica de Augusto ou de Nero. Mas os entusiastas do imprio destacam que, por mais inverossmil que seja a comparao, a Amrica frequentemente se comportou como um imprio conquistador.

Como disse Kennedy: "Desde a poca em que os primeiros colonizadores, provenientes da Inglaterra, chegaram Virgnia e comearam a movimentar-se em direo ao oeste, esta foi uma nao imperial, uma nao conquistadora."

 

O comportamento imperial americano continua hoje. "Os Estados Unidos tm bases ou direitos de bases em 40 pases", disse ele. "No ataque contra a Al-Qaeda e o Talib, eles movimentaram navios de guerra desde a Inglaterra, o Japo, a Alemanha, o sul da Espanha e da Itlia. Assim... o efeito concreto da projeo do poderio americano no diferente do efeito da projeo do poder vitoriano ou romano."

 

Hoje, os estudiosos do imprio reconhecem que a Amrica tende a operar, no por meio da fora bruta, mas de meios econmicos, culturais e polticos. A ideia parece ser a de que mais fcil transformar outros povos em americanos do que, para os americanos, fazer guerra contra eles.

 

"Somos um imprio atraente, o nico ao qual todos querem pertencer", disse Boot.

          Segundo os entusiastas do imprio, esta a razo para apoiar uma Pax Americana. Num mundo anrquico, com Estados velhacos e perigosos e clulas terroristas, uma Amrica globalmente dominante oferece a melhor esperana para a paz e a estabilidade, afirmam eles.

 

"Existe um lado positivo do imprio", disse Kaplan. "De certa maneira, a forma mais benigna de ordem.

 

 

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