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DE 1999

NOSTRADAMUS - A HORA DA VERDADE

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 Site editado por Wilson A de Mello Franco - Autor de 20 livros sobre Nostradamus.

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ESPETACULAR E EXCLUSIVO

         E NOSTRADAMUS ESTAVA CERTO!!

 

"SOLUCIONADO" UM DOS MAIORES ENIGMAS DE TODOS OS TEMPOS: TESTE DE DNA "CONFIRMA":  O MENINO MORTO NA TORRE DO TEMPLO "ERA MESMO"  O DELFIM LUÍS XVII, HERDEIRO DO TRONO FRANCÊS.  

 

      Nostradamus e TODOS os profetas afirmavam que o Delfim Luís XVII havia escapado da morte na Torre do Templo, e que dele descenderia o futuro GRANDE MONARCA. Desde 1795 a morte do Delfim na prisão na Torre do Templo se tornou um dos maiores enigmas de todos os tempos. A estória agitou a França por 2 séculos! Flamarion até escreveu um romance.  Entretanto, no dia 20 de abril de 2000 foram divulgados os resultados dos testes de DNA realizados no coração dissecado de Luís XVII, conservado na França.

 

 

 

 

PUBLICO A REPORTAGEM ORIGINAL DO ATUALIDADES DO YAHOO FRANCÊS FORNECIDO PELA REVISTA DE ATUALIDADES CIENTÍFICAS  CYBERSCIENCES, COM A TRADUÇÃO E ANÁLISE EXCLUSIVAS PARA O REALIDADE HOJE NOSTRADAMUS PROFETAS E PROFECIAS

 

 

 

TRADUÇÃO

 

Wilson A de Mello Franco

                                                            

           

            A CRIANÇA MORTA NO TEMPLO ERA MESMO LUÍS XVII

 

 

        A História agora tem um enigma a menos: acaba de ser provado que o delfim Luís XVII, herdeiro da coroa da França, morreu mesmo no Templo em 1795. Subsistia até aqui uma dúvida sobre a autenticidade do coração dissecado do menino, conservado na cripta da família real na Basílica Saint-Denis, em Paris. Mas os testes genéticos realizados por dois laboratórios distintos são formais: trata-se mesmo dos restos de um descendente de Maria Antonieta. O menino morto durante a Revolução francesa era, pois, o verdadeiro Delfim e não um substituto, como sustentava uma lenda tenaz. 

       A análise foi realizada no DNA (ou ADN) mitocondrial, que não é transmitido aos filhos senão pela mãe. Esse DNA contém as sequências fáceis transmitidas de uma geração à outra, e quase não sofre mutações e não se mistura jamais aos genes do pai. Um fragmento do coração, de menos de um grama, foi suficiente para extrair esse DNA. A assinatura genética assim obtida foi comparada àquela dos cabelos de Maria Antonieta, dos quais existe uma mecha autenticada. Para maior segurança, também foi comparado esses resultados aos obtidos em duas irmãs de Maria  Antonieta e em dois membros atuais dessa família: todos os dados se concordaram. 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

 

O delfim Luís XVII

 

        Luís XVII, cujo verdadeiro nome é Louis-Charles de Bourbon, duque da Normandia, nasceu em 27 de março de 1785. Durante a Revolução (Francesa), foi aprisionado com sua irmã no Templo, uma abadia fortificada de Paris, onde a tuberculose o levou em 8 de junho de 1795. O médico realista que fez a autopsia roubou o coração do menino, colocou-o num vaso cheio de álcool e o conservou durante quase 10 anos antes de ser roubado por sua vez. O órgão passou por várias mãos antes de ser restituído à França em 1975. No fim do século XIX, várias pessoas pretenderam ser o verdadeiro Luís XVII, que teria escapado da morte graças a um estratagema. O mais célebre dentre eles é Charles-Guillhaume Naundarff, aparecido em Berlim em 1810. Seus descendentes são considerados como fazendo parte da família Bourbon desde esse episódio. O Instituto Luís XVII, que apoia as aspirações do herdeiro Naundorff  ao título de Delfim,  contestou os resultados da análise genética e reclamou um contraexame. Mas, em 1998, um outro teste genético havia rejeitado as pretensões dessa família.

   

 

 

 

                                      CONTINUA