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O TERCEIRO SEGREDO OFICIAL DIVULGADO PELO VATICANO

 

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

Fac-símile do terceiro segredo de Lúcia  

        No dia 26 de junho, o Vaticano trouxe a público um documento de 43 páginas, intitulado “As Visões de Fátima”,  reiterando nela  sua posição de que todos os eventos previstos nas mensagens de Fátima já haviam acontecido (o que não é verdade, como veremos logo mais). Uma fac-símile do papel onde Lúcia havia escrito o segredo foi apresentado, afastando toda e qualquer possibilidade de dúvida a respeito da autenticidade do que se divulgava. Pela mão de Lúcia, se lia:

 


“Escrevo em obediência ao senhor, meu Deus, que me ordena fazê-lo por intermédio de Sua Excelência Reverendíssima, o Senhor Bispo de Leiria e da Santíssima Madre sua e minha”.

“Depois das duas partes que já expusemos, vimos, no lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais para o alto, um anjo com uma espada de fogo na mão esquerda; brilhando soltava chamas que pareciam incendiar o mundo; mas se apagavam no contato com o esplendor que Nossa Senhora irradiava com sua mão direita na direção do anjo, que disse, apontando para a terra com a sua mão direita: penitência, penitência, penitência! E vimos uma imensa luz que é Deus: ‘algo semelhante a como as pessoas se veem quando passam diante de um espelho’. ‘Vimos um bispo vestido de branco e tivemos o pressentimento de que fosse o Santo Padre’. Também vimos outros bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas subirem uma montanha íngreme, em cujo topo havia uma grande Cruz de madeira simples; o Santo Padre, antes de chegar até ela, atravessou uma grande cidade em ruínas, tremendo e com um passo vacilante, com um semblante pesado de dor e pena, rezando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegando no alto do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que dispararam vários tiros de arma de fogo e flechas; e do mesmo modo morreram, uns atrás dos outros, os bispos, os sacerdotes, os religiosos, as religiosas e diversas pessoas do povo, homens e mulheres de distintas classes e posições. Sob os dois braços da Cruz, havia dois anjos, cada um deles com uma jarra de cristal na mão, com as quais recolhiam o sangue dos mártires, e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.”

 

 

 

 Lúcia de Jesus dos Santos, nascida em 22 de março de 1907, faleceu em 13 fevereiro de 2005, 17 dias antes de João Paulo II, Foi freira nos seus últimos anos vivia no convento do Carmelo de São José, em Coimbra. Tomou o nome de irmã Maria Dolores, depois e Lúcia Dolores. Seus primos Francisco e Jacinta morreram, respectivamente, em 4 de abril de 1919 e 20 de fevereiro de 1920, ele de forte gripe e ela de tuberculose. Jacinta foi sepultada no cemitério de Vila Nova de Ourém e setembro de 1935 seus restos mortais foram transladados para o cemitério de Fátima, local onde Francisco também foi sepultado. Em 1951 e 1952, respectivamente, seus despojos foram transladados, para a cripta da basílica de Fátima, onde se encontram até o dia de hoje.