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DE 1999

NOSTRADAMUS - A HORA DA VERDADE

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 Site editado por Wilson A de Mello Franco - Autor de 20 livros sobre Nostradamus.

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  EPÍSTOLA A HENRIQUE REI DE FRANÇA SEGUNDO
        NOTAS E APRESENTAÇÃO do tradutor:

Por WILSON A de Mello FRANCO

 

NOTAS SOBRE A EPÍSTOLA A HENRIQUE       

ntr       Atualmente, somente os intérpretes desavisados consideram essa Epístola como uma dedicatória de Nostradamus ao então soberano Henrique II, medíocre rei que de modo algum faz jus à imensa apologia que o profeta de Salon lhe dirige.

         Esta Epístola, na verdade, como se pode facilmente perceber hoje, refere-se ao futuro Grande Monarca Universal, também chamado Henrique.

 

           Em algumas edições essa Epístola costuma aparecer impressa, erroneamente, logo depois do Prefácio. Isso pareceria sem importância, mas na Obra de Nostradamus cada detalhe é um enigma a ser decifrado. Sua colocação imediatamente depois da Centúria VII (que contém apenas 42 quadras) indica que o futuro Grande Monarca aparecerá nas proximidades do SÉTIMO MILENÁRIO, que, segundo a cronologia criptografada por Nostradamus, está se iniciando agora em 2001 (Essa cronologia se baseia nos dados agora encontrados nos corredores da Grande Pirâmide, que considera a civilização ter começado 4 mil anos antes de Cristo, e segundo se determina Bossuet). 

 

          Em outras edições a expressão "Henrique Rei de França segundo" que Nostradamus usa como dedicatória ao destinatário, foi substituída simplesmente por Henrique II, Rei de França, pervertendo o verdadeiro sentido do texto. 

         

        Os acontecimentos vaticinados nesta Epístola vão desde a Revolução Francesa - Nostradamus chega incrivelmente a fornecer às claras o ano da queda da monarquia: 1792 - até o fim dos tempos e a Idade de Ouro da humanidade. Como o próprio Nostradamus informa, os acontecimentos preditos não se encontram em ordem cronológica. Nostradamus viaja pelo tempo e  mistura a ordem dos acontecimentos, e para sincronizá-los se vê obrigado a deixar lacunas no texto: num instante ele está profetizando sobre a Revolução Francesa e Napoleão, e sem qualquer indicação, imediatamente se desloca para o final dos tempos ou acontecimentos da III Guerra Mundial, indo e vindo no tempo. 

 

 

                    

                 DETALHES DE MINHA  TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS 

 

        A TRADUÇÃO desta Epístola está o mais fiel possível ao texto original e não vertido, como é praxe entre os exegetas de NOSTRADAMUS, que inventam sentido para frases que não lhes agrada o conteúdo, ou estão desconexas. Eu apenas acrescentei alguns colchetes para melhor compreensão do texto (os parênteses são originais de Nostradamus).  Como no Prefácio, o leitor poderá ignorar os colchetes que coloquei, sem qualquer prejuízo do sentido texto original.

        Todas as frases e termos que aparecem em itálico negrito foram escritas originariamente em latim.

        

        Como no Prefácio, algumas passagens são naturalmente incompreensíveis. Mas nesta carta, em função da acentuada predição que o profeta tem que obscurecer, o truncamento do texto é uma constante. Ademais, no século XVI era costume escrever tudo de modo contínuo, sem parágrafos, nem muito denodo na estética do texto. 

           O  leitor poderá encontrar a exegese completa desta Epístola nos nossos livros  NOSTRADAMUS MILÊNIO: O ÚLTIMO SEGREDO, ou em AS CENTÚRIAS (Os Séculos).

 

 

   NOTA: NESTA TRADUÇÃO, SUPRIMI ALGUMAS PARTES.

 

 

 AO INVENCÍVEL E TODO-PODEROSO,

 

          e mui Cristão Henrique Rei de França segundo, Michel Nostradamus seu mui humilde e obediente servidor e súdito, vitória e felicidade.

 

Por [causa de] aquela soberana observação que tive, ó mui Cristão e mui vitorioso rei, minha face estava há muito tempo anuviada, quando me apresentei diante da deidade de Vossa Majestade imensurável, depois disso fiquei perpetuamente deslumbrado, não desistindo de honrar e dignamente venerar aquele dia que, pela primeira vez, diante dela me apresentei, a uma extraordinária Majestade tão humana. Ora, [estava] buscando ocasião pela qual eu pudesse manifestar o bom coração e franca coragem, e que mediante este meu poder pudesse fazer ampla extensão de conhecimento sobre vossa Majestade. Ora, vendo que pelos efeitos não me seria possível declará-lo, junto com o meu singular desejo de minha tão longa tenebrosidade e obscuridade, ser subitamente iluminado e transportado diante da face do soberano olho, e do primeiro Monarca do Universo, de tal modo que estive em grande dúvida sobre a quem consagrar estas três Centúrias do restante de minhas profecias, terminando o milênio [de quadras], e após haver cogitado muito tempo, com uma temerária audácia, enderecei-as a vossa Majestade, não ficando com isso espantado, como relata o seriíssimo autor Plutarco na vida de Licurgo, que vendo as ofertas e presentes que se faziam nos sacrifícios nos templos dos Deuses imortais daqueles tempos, e para aquele fim não se espantassem pelas demasiadas multas, gastos e perdas, não ousavam se apresentar nos templos.

 

CONTINUA