DESDE MAIO

DE 1999

NOSTRADAMUS - A HORA DA VERDADE

O MAIOR, MELHOR, E MAIS SÉRIO SITE EM PORTUGUÊS SOBRE NOSTRADAMUS

 

 Site editado por Wilson A de Mello Franco - Autor de 20 livros sobre Nostradamus.

FINALMENTE VOCÊ ENCONTROU UM SITE DE VERDADE SOBRE NOSTRADAMUS!

 

Menu Nostradamus

Menu Profecias

Contato - Imprensa

Cabala

Livros do Autor do Site

 ® DIREITOS RESERVADOS - EDITORA SÉCULO XXI LTDA

 Proibida a cópia de qualquer parte deste site, para qualquer fim, sem autorização dos autores.

 LEI 9610 dos Direitos Autorais, de 1998.      

 

A REVOLUÇÃO FRANCESA VISTA POR NOSTRADAMUS

 

por Wilson A de Mello Franco 

 

      A Revolução Francesa é predita passo a passo por Nostradamus. Ele é o único profeta que conheço que cita explicitamente o ano da queda da monarquia na França: 1792.

    

Muitos críticos que denigrem Nostradamus esquecem de mencionar matematicamente a possibilidade dele ter chutado um ano qualquer e ter acertado o ano da queda da Monarquia. A probabilidade matemática é quase a mesma que uma pessoa tem de ganhar na Mega Sena jogando 7 números.

Isso ele não escreveu por enigmas, foi escrito em 1557, para quem quiser ler, na edição original que está na Biblioteca de Lyon:

"E DURARÁ ISTO (o regime Monárquico) até o ano de 1792..."

  ESTÁ  LÁ, PARA QUEM QUISER LER!!!!!!

Sem codificação, sem qualquer truque!

 

     A maior parte dos críticos nunca leu Nostradamus no original, mas os imbecis que se propuseram a interpretar As Centúrias, como é o caso da americana EriKa Cheetham, adorada por todos os imbecis que a copiam abertamente, e depois dizem que foram inspirados pela Teosofia...  São os ratos de Nostradamus! Os cara de pau, cuja felicidade é denegrir e criticar o trabalho dos outros que, nem sequer se deram ao trabalho de ler.

 

    Você encontrará em nosso livro NOSTRADAMUS MILÊNIO todas as quadras sobre a Revolução Francesa, passo a passo, com as provas da genialidade de Nostradamus. As quadras apresentadas abaixo são um "demo" do esmero que você encontrará nas páginas de meus livros.

 

 

             FUGA E DECAPITAÇÃO DE LUÍS XVI

 

           IV.45  

 

            Par conflict Roy, regne abandonnera,

            Le plus grand chef  faillira au besoing,

            Mors(*1) profligez peu en rechapera,

            Tous destrauchez, un en sera tesmoing.

 

      (*1)Francês: freios; - latim.: mors: a morte.

      Nostradamus  sempre usa essa palavra com esse duplo sentido.

 

     Pelo conflito o Rei abandonará o reino,

      O maior chefe [de estado] falhará na penúria:

      Freios arruinados, pouco escapará, arrasados e mortos,  

      Todos decapitados, um será testemunha.  

 

      INTERPRETAÇÃO:  Conjugo aqui duas quadras para expressar melhor efeito (esse é o método que uso nas interpretações no livro NOSTRADAMUS MILÊNIO  PARTE I, que apresento aos leitores.

       

Execução de Luís XVI

 

  O conflito interno e com os religiosos agravara-se, e Luís XVI, sempre pressionado, resolve fugir de Paris rumo à fronteira nordeste, olvidando alcançar a Alemanha, pretendendo começar do exterior, junto com os emigrados, a contra-revolução. Em disparada, tendo problemas em sua carruagem (“freios arruinados”), ele, disfarçado de monge, é reconhecido e preso em Varennes (não reproduzo essa quadra aqui, mas é uma das mais famosas de Nostradamus, por citar literalmente a desconhecida localidade de Varennes.)  

    Mais tarde começariam as milhares de execuções na guilhotina, poucos escapam. Luís XVI é decapitado em 21de janeiro de 1793. Da família real, escapam a duquesa de Angouleme, filha de Maria Antonieta (trocada por prisioneiros com os austríacos), e o delfim Luís XVII, retirado secretamente do Templo e extraviado do país.  É ele quem perpetuará a monarquia francesa, raiz do futuro "Grande Monarca" - daí a expressão de Nostradamus: "UM SERÁ TESTEMUNHA".

 

 

REVOLUÇÃO FRANCESA: EXECUÇÃO DE LUÍS XVI: 

21 de janeiro de 1793

 

VI.51

  

                 Peuple assemblé, voir nouveau expetacle,

                 Princes et Roys par plusieurs assistants,

                 Pilliers faillir, murs, mais comme miracle,

                 Le Roy sauvé et trente des instants.

 

           

           Povo reunido, ver um novo espetáculo,

           Por assistentes vários (enviados) por Príncipes e Reis,

           Pilares cair, muros (da Bastilha), mas como um milagre,

           O Rei salvo e trinta (meses) desse instante. (VI.51)

 

 

   INTERPRETAÇÃO:  A queda dos pilares e muros da Bastilha deu-se em 14 de julho de 1789, marco inicial da Revolução Francesa. Em 14 de julho de 1790, aniversário da queda da Bastilha, a revolução parecia terminada. Para selar a reconciliação dos franceses, Luís XVI decidiu organizar a Festa da Federação (grande concentração das guardas nacionais), pois julgava que o pior momento já passara, e que estava a salvo! Mas, no ano seguinte os tumultos recomeçaram, o rei tenta a fuga para o exterior, é preso e guilhotinado em 21 de janeiro de 1793, à vista de vários assistentes enviados pelos soberanos da Europa, temerosos de que tivessem o mesmo fim.

         Pois bem: da Festa da Federação, quando Luís XVI julga-se a salvo, até sua execução, são exatos 30 meses!! E ele só permaneceu vivo esse tempo todo por milagre: preso desde junho de 1791 no Palácio das Tulherias, a turba o invadiu um ano depois, encurralou-o contra a parede, insultou-o, ameaçou matá-lo, mas ele, milagrosamente, sobreviveu!!