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A REVOLUO FRANCESA VISTA POR NOSTRADAMUS

 

por Wilson Mello Franco 

 

      A Revoluo Francesa predita passo a passo por Nostradamus. Ele o nico profeta que conheo que cita explicitamente o ano da queda da monarquia na Frana: 1792.

    

Muitos crticos que denigrem Nostradamus esquecem de mencionar matematicamente a possibilidade dele ter chutado um ano qualquer e ter acertado o ano da queda da Monarquia. A probabilidade matemtica quase a mesma que uma pessoa tem de ganhar na Mega Sena jogando 7 nmeros.

Isso ele no escreveu por enigmas, foi escrito em 1557, para quem quiser ler, na edio original que est na Biblioteca de Lyon:

"E DURAR ISTO (o regime Monrquico) at o ano de 1792..."

 

EST  L, PARA QUEM QUISER LER!!!!!!

Sem codificao, sem qualquer truque!

 

     A maior parte dos crticos nunca leu Nostradamus no original, mas os imbecis que se propuseram a interpretar As Centrias, como o caso da americana EriKa Cheetham, adorada por todos os imbecis que a copiam abertamente, e depois dizem que foram inspirados pela Teosofia...  So os ratos de Nostradamus! Os cara de pau, cuja felicidade denegrir e criticar o trabalho dos outros que, nem sequer se deram ao trabalho de ler.

 

    Voc encontrar em nosso livro NOSTRADAMUS MILNIO todas as quadras sobre a Revoluo Francesa, passo a passo, com as provas da genialidade de Nostradamus. As quadras apresentadas abaixo so um "demo" do esmero que voc encontrar nas pginas de meus livros.

 

 

 FUGA E DECAPITAO DE LUS XVI

 

           IV.45  

 

Par conflict Roy, regne abandonnera,

Le plus grand chef  faillira au besoing,

   Mors(*1) profligez peu en rechapera,

Tous destrauchez, un en sera tesmoing.

 

      (*1)Francs: freios; - latim.: mors: a morte.

      Nostradamus  sempre usa essa palavra com esse duplo sentido.

 

     Pelo conflito o Rei abandonar o reino,

      O maior chefe [de estado] falhar na penria:

      Freios arruinados, pouco escapar, arrasados e mortos,  

      Todos decapitados, um ser testemunha.  

 

 

      INTERPRETAO:  Conjugo aqui duas quadras para expressar melhor efeito (esse o mtodo que uso nas interpretaes no livro NOSTRADAMUS MILNIO  PARTE I, que apresento aos leitores.

       

Execuo de Lus XVI

 

  O conflito interno e com os religiosos agravara-se, e Lus XVI, sempre pressionado, resolve fugir de Paris rumo fronteira nordeste, tentando alcanar a Alemanha, pretendendo comear do exterior, junto com os emigrados, a contrarrevoluo.

 

Em disparada, tendo problemas em sua carruagem (“freios arruinados”), ele, disfarado de monge, reconhecido e preso em Varennes (no reproduzo essa quadra aqui, mas uma das mais famosas de Nostradamus, por citar literalmente a desconhecida localidade de Varennes.)

 

    Mais tarde comeariam as milhares de execues na guilhotina, poucos escapam.

Lus XVI decapitado em 21de janeiro de 1793.

Da famlia real, escapam a duquesa de Angouleme, filha de Maria Antonieta (trocada por prisioneiros com os austracos), e o delfim Lus XVII, retirado secretamente do Templo e extraviado do pas.  ele quem perpetuar a monarquia francesa, raiz do futuro "Grande Monarca" - da a expresso de Nostradamus: "UM SER TESTEMUNHA".

 

 

REVOLUO FRANCESA: EXECUO DE LUS XVI: 

21 de janeiro de 1793

 

VI.51

  

Peuple assembl, voir nouveau expetacle,

        Princes et Roys par plusieurs assistants,

            Pilliers faillir, murs, mais comme miracle,

             Le Roy sauv et trente des instants.

 

           

           Povo reunido, ver um novo espetculo,

           Por assistentes vrios (enviados) por Prncipes e Reis,

           Pilares cair, muros (da Bastilha), mas como um milagre,

           O Rei salvo e trinta (meses) desse instante. (VI.51)

 

 

   INTERPRETAO:  A queda dos pilares e muros da Bastilha deu-se em 14 de julho de 1789, marco inicial da Revoluo Francesa. Em 14 de julho de 1790, aniversrio da queda da Bastilha, a revoluo parecia terminada.

Para selar a reconciliao dos franceses, Lus XVI decidiu organizar a Festa da Federao (grande concentrao das guardas nacionais), pois julgava que o pior momento j passara, e que estava a salvo! Mas, no ano seguinte os tumultos recomearam, o rei tenta a fuga para o exterior, preso e guilhotinado em 21 de janeiro de 1793, vista de vrios assistentes enviados pelos soberanos da Europa, temerosos de que tivessem o mesmo fim.

        

    Pois bem: da Festa da Federao, quando Lus XVI julga-se a salvo, at sua execuo, so exatos 30 meses!! E ele s permaneceu vivo esse tempo todo por milagre: preso desde junho de 1791 no Palcio das Tulherias, a turba o invadiu um ano depois, encurralou-o contra a parede, insultou-o, ameaou mat-lo, mas ele, milagrosamente, sobreviveu!!