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AS INCRÍVEIS PREDIÇÕES DE NOSTRADAMUS SOBRE

 

NAPOLEÃO BONAPARTE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Napoleão I

 

     Tanto a Revolução Francesa como a vida de Napoleão Bonaparte estão vaticinadas passo a passo por Nostradamus.

Nenhum profeta foi tão longe como Nostradamus nessas predições.  Nenhum profeta expressou tantos detalhes, nenhum profeta retratou tão bem Napoleão como Nostradamus. Curiosamente, as quadras que retratam Napoleão estão entre as mais claras e legíveis de toda As Centúrias!

 

        Como um pequeno “demo” histórico de meu livro NOSTRADAMUS MILÊNIO:  O ÚLTIMO SEGREDO – PARTE I – PRESENTE E PASSADO -  cito algumas quadras sequenciadas neste livro. O leitor encontrará TUDO sobre Napoleão I neste livro, e se surpreenderá grandemente com a visão profética de Nostradamus.

                          

I.60

 

        Un Empereur naistra près d'Italie,

        Qui à l'empire sera vendu bien cher,

        Diront avec quels gens il se ralie,

        Qu'on trouvera moins Prince que boucher.

 

      Um imperador nascerá perto da Itália,

      Que ao império será vendido bem caro,

      Dirão com que nações ele faz aliança,

      E ele será menos Príncipe que carniceiro.

 

         

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   Napoleão Bonaparte nasceu em 15 de agosto de 1769, na Córsega, ilha que se situa mais perto da Itália que da França. Ele foi vendido como "a salvação da Pátria” para os franceses, mas isso literalmente custou caro ao Império: quando de sua derrota final, a França pagou indenizações de guerra milionárias aos vencedores, e acabou com menos território que antes. Depois de submeter seus inimigos na quarta coalizão contra a França, Napoleão estranhamente assina um tratado de aliança com a Prússia e a Rússia (Tratado de Tilsit - Dirão com que nação ele se alia”) para firmar o Bloqueio Continental contra os ingleses. O czar Alexandre será depois a sua desgraça.

        Sua sede de poder e conquista obrigou-o praticar muitas violências, desde o início da carreira. Em 5 de outubro de 1795, ele comandou a repressão ao levante de Paris e não vacilou em mandar as tropas atirarem contra a população amotinada. Salvou a Convenção, mas ganhou dos parisienses o apelido de “o metralhador”. 

 

 

        (I.76)

 

            D’un nom farouche tel proféré sera

            Que des trois seurs aura fato le nom,

            Puis grand peuple par langue et faicts dira(*)

            Plus que nul autre aura bruict et renom.

 

(*) Latim.: dirae: as Fúrias do Inferno; as pragas, as maldições. Observe o jogo de palavras e  o duplo sentido deste verso (daí a longa extensão da tradução do verso).

 

    De um tal nome que proferido feroz será,

Que das três irmãs terá por destino feito o nome:

Depois ao grande povo (os ingleses) por língua e feitos infernais, será amaldiçoado,

          e os povos de todas as línguas contarão seus grandes feitos,

Mais que nenhum outro terá barulho e renome.

  (I.76)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carolina: irmã 

de Napoleão I

 

      O nome de Napoleão deriva, etimologicamente, de duas palavras gregas: Neos (Novo) e Apollion (Exterminador), o que, à luz da História ajusta-se-lhe muito bem, sendo memoravelmente relembrados seus grandes feitos de geração em geração por todos os povos de todas as línguas. Invadiu e pilhou o Vaticano, sequestrou  Pio VI e Pio VII, e foi por este último amaldiçoado. Decretou o Bloqueio Continental contra os ingleses...

 

O segundo verso é uma tripla referência e demonstra a genialidade profética de Nostradamus:

 

a) As três irmãs são as três parcas que, segundo a mitologia, fiavam e teciam o destino (‘fato’) das pessoas. Bonaparte, se considerava, conforme ele mesmo dizia, o maior dos mortais e predestinado por Deus”.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Elisa: irmã de Napoleão I


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paulina: irmã

 de Napoleão I 

        b) Também são suas três irmãs: Os pais de Napoleão tiveram 12 filhos, dos quais sobreviveram 8, entre eles suas três irmãs: Elisa, Carolina e Paulina Bonaparte, cujo destino Napoleão fiou e teceu, casando-as com homens segundo os seus interesses militar e político. Fato, que em latim é o destino, também o é em italiano, sendo também o particípio passado do verbo fare (fazer, fatto) para indicar não só a origem italiana de sua família, mas também...

 

         c) ... o destino de suas irmãs na Itália...

 

 

                                                              

IV.54

           

     Du nom qui oncques ne fut au Roy Gaulois,

     Jamais ne fut un fouldre si craintif:

     Tremblant l'Italie et les Anglois,

     De femme estrange grandement attentif. 

   

 

De nome que nunca teve um Rei Francês,

E jamais houve um raio tão temido:

A Itália tremerá, bem como os ingleses,

Grandemente atencioso para com uma mulher estrangeira.

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Luísa, com

o filho de Napoleão

Nenhum rei da França se chamou Napoleão antes dele. Suas principais guerras foram na Itália, e contra a Inglaterra foram os seus principais feitos. Agia com extrema rapidez (“raio”) contra os seus opositores. Josefine, a imperatriz, não lhe podendo dar um filho, Napoleão tentou obrigar o Papa a lhe dar o divórcio, enquanto, com a visão no futuro, voltava sua atenção para a arquiduquesa da Áustria, Maria Luísa, com quem tratou seu novo casamento.

 

 

VIII.57

 

     De soldat simple parviendra en empire,

     De robe courte parviendra à la longue:

     Vaillant aux armes en Église ou plus pyre,

     Vexer les prêtes comme l'eau faict l'esponge.

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Napoleão toma a 

coroa das mãos do

 papa e se autocoroa

para mostrar quem manda em quem

 

De soldado simples chegará a imperador,

De roupa comum (casaca) chegará à longa (o manto imperial):

Valente nas armas, e na Igreja fará o pior,

Afligirá os padres como a esponja faz à água.

 

 Napoleão teve uma carreira meteórica: com apenas 26 anos já era general-de-divisão e comandante-chefe do Exército do Interior. A fim de garantir a paz na França,  Napoleão torna-se sucessor de Carlos Magno, ao restaurar o Império, vestindo literalmente o longo manto de imperador em 2/12/1804, em Notre-Dame. Foi um dos maiores gênios militares de todos os tempos. A fim de obrigar o Papa Pio VII a inclinar-se diante de sua vontade, Bonaparte apoderou-se dos Estados Pontifícios, aprisionou o Pontífice, levou-o para Savona, e expulsou os cardeais de Roma. Os padres correram em auxílio ao Papa, e foram  afligidos onde quer que se encontrassem.