DESDE MAIO

DE 1999

NOSTRADAMUS - A HORA DA VERDADE

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NOSTRADAMUS 2000-2003:A HORA DA VERDADE 

 

 CONTINUAÇÃO DA PÁGINA ANTERIOR

 

 

O "REI DO TERROR" esteve na França em julho de 1999 - imperceptivelmente.

 

 

     Ao lermos o Prefácio, vemos que Nostradamus não reclama para si nenhuma glória, nenhum reconhecimento egoísta pelas pessoas do futuro, de sua genialidade, de seus méritos, de seu acertos e desacertos. Ele apenas se limita a dizer: "NÃO POSSO ERRAR, MENTIR OU ENGANAR". 

 

      E ainda:

 

  "... E SE NOS MEUS CÁLCULOS DAS ÉPOCAS EU ENGANO, não se poderia ser conforme a vontade de alguns"

 

     E complementa: "... as profecias... acontecerão infalivelmente".

 

    Com relação à frase "...E SE NOS MEUS CÁLCULOS DAS ÉPOCAS EU ENGANO, não se poderia ser conforme a vontade de alguns", devemos nos reportar a essa passagem do Prefácio:

 

   "... ainda que se diga: Portanto, a verdade do futuro não é completamente determinada", e não esquecermos o aviso claro de Nostradamus, de que os malignos nunca compreenderão a sua Obra, apesar dela se tornar muito famosa no decorrer dos séculos. 

 

 

        Quem são esses "malignos"?

        

        Claro, o PODER ECONÔMICO E O PODER RELIGIOSO, que andam de mãos dadas desde o princípio do mundo. O Poder Econômico manipula a opinião publica segundo os seus interesses, e cega toda verdade!

      Para o Poder Econômico está profetizado a derrocada total durante a III Guerra Mundial, e para o Poder Religioso Jesus nos deixou essa passagem em Mateus, 7: 21,22,23:

 

     "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?  Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-me de mim, vós que praticais a iniqüidade". 

   

        O Poder, entretanto, se desentende com o Poder, e impérios desabam (exemplo: o império Romano, Alexandre Magno, Hitler X Stálin). E quando um encadeamento de fatos desastrosos insuportáveis apontam um culpado - o Poder -, o povo não pensa duas vezes para apedrejar o Poder! A Revolução Francesa é o caso mais típico que podemos ilustrar do Poder contra o Poder!

 

 

 CADA PLANETA NOS VERSOS DE NOSTRADAMUS REPRESENTA UM PAÍS,

              OU UMA ORGANIZAÇÃO QUE TOMARÁ PARTE NOS FATOS!!

  

      Como corolário, temos que entender que esse grande “Rei do terror” virá de um satélite de Marte – opa! calma aí, não estou falando de um satélite do planeta vermelho, claro, mas do país que corresponde à representação por Marte. Parafraseando o Evangelho: “Quem lê, entenda” (Mateus, 24, 15). 

 

 Pois cada planeta na profecia de Nostradamus não é somente um planeta, mas a representatividade para cada um dos países (e organizações) que se envolverão nos conflitos.  

 

        Não descobri nenhuma fórmula mágica, não sou eu quem está dizendo isto. Isto está evidente num trecho da Epístola que ele dirige ao potentíssimo rei Henrique segundo (o futuro Grande Monarca, não ao medíocre rei Henrique II, como pensam os incautos).

 

 

  CADA QUADRA NÃO É UMA PROFECIA ISOLADA, MAS UMA PARTE ISOLADA 

DE UM TODO COERENTE. É CRASSO TODO EXEGETA QUE ANALISA CADA 

QUADRA SEPARADAMENTE. 

 

 

      Devemos levar em consideração que cada quadra não é uma profecia isolada – e nisso se equivocam muitos exegetas -, mas uma parte isolada de um texto integral, de modo que para sabermos o sentido exato de uma quadra temos que saber também o sentido de outras quadras correlacionadas. No caso, entre outras, a III.34 – aquela que fala do eclipse de 11 de agosto de 1999. 

 

Mas voltemos à quadra X.72. Ela se refere tanto à epifania do futuro Grande Monarca como à entrada em cena do sino-mongol que Nostradamus  menciona na Epístola a Henrique. Essa afirmação pode ofender pessoas de “sentimento religioso”. É por isso que Nostradamus esclareceu no Prefácio: 

 

"... que si je venais à referer ce qu'à l'advenir será, ceux de règne, secte, religion et foy trouveroient si mal accordant à leur fantaisie auriculaire ... qui a esté cause de faire retirer ma langue au populaire ..." 

 

“... que se eu venho relatar (abertamente) aquilo que há de acontecer, os governos, as seitas, religião e fé, procurarão encontrar tão mau concordância conforme a sua fantasia auricular... isto foi a causa de eu retirar minha linguagem do popular...

 

 

                                CONTINUA